domingo, 14 de outubro de 2007
sábado, 13 de outubro de 2007
Dia 10 - Chegámos a casa
Já estamos na nossa casa!
A mamã já está melhor. Puseram-lhe no braço uma coisa parecida com as que nos puseram a nós e isso tirou-lhe as dores por umas horas!
O papá hoje, entre as aulas, a arrumação da casa e a operação complicada de meter a nossa limusine e as nossas cadeiras/alcofas no carro não teve tempo nem para tirar fotos.
Mas já nos disse que amanhã vai compensar esta falta!
E agora já estamos a dormir juntinhos na mesma cama (afinal os planos de nos meterem em 2 camas separadas parece que foram alterados à última hora!).
O papá diz que o Diogo parece o Scolari, levanta a mão mas nunca acerta por milímetros.
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Diogo e Tomás
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sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Dia 9 - Preparação da saída (se a mamã ficar boa)
Hoje começámos a arrumar as nossas trouxas para irmos para cada. Só falta a mamã ficar boa, o que parece estar complicado. A mamã teve de levar mais uns pontos na cicatriz e passou o dia com muitas dores. Não nos disse nada (o papá diz que ela tem a mania que é a Super-Mulher mas nós achamos que lhe falta a capa) mas nós bem vimos as dores que ela tentava esconder quando pegava em nós. Depois de jantar passou cá a avó Fernanda mas a mamã estava cada vez pior. E o papá e os enfermeiros obrigaram-na a ir para casa descansar.
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Diogo e Tomás
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quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Dia 8 - O Diogo também já saíu da incubadora
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Diogo e Tomás
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terça-feira, 9 de outubro de 2007
Dia 7 - O Tomás já tem uma casa nova!
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Diogo e Tomás
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6º dia - Só novidades
Depois a mamã deu-nos de mamar e o papá pegou em nós ao colo. A nossa sorte é que não sofremos de vertigens e ainda vemos um bocado mal, senão tinhamos apanhado uns sustos!
Depois o doutor esteve a ver-nos e achou que já estávamos suficientemente crescidos para podermos beber mais leite de cada vez: 35 ml para o Tomás e 25 ml para o Diogo.
Entretanto fizémos o teste do pézinho e mediram o nível da bilirrubina no sangue do Diogo (ainda perguntámos à mamã o que era isto mas não entendemos nada do que ela disse, eram só palavras esquisitas como hemoglobina para aqui, eritrócitos para ali e imaginem (!) ligações covalentes à albumina). Mas apesar de não percebermos patavina do assunto chegámos à conclusão que já devia estar tudo OK porque tiraram a luz que estava por cima da casa do Diogo. O que significou também que o Diogo ficou sem os óculos de sol e o papá e a mamã já não precisam dos óculos de serralheiro para olharem para ele.
Até já chegámos a estar completamente livres de tubos mas não nos deram tempo suficiente para conseguirmos escapar aqui da unidade!
Mas o melhor estava ainda para vir. Depois do jantar o enfermeiro Lucas colocou-nos aos dois ao mesmo tempo ao colo da mamã (que estava em pânico a tentar adivinhar quem era quem) e depois estivémos um pouco abraçadinhos na mesma casinha. Por azar o papá não tinha lá a câmara mas foi correr buscar o PDA para tirar umas fotos deste momento histórico!
E quando a coisa começou a ficar mais quente (e nos preparávamos para ajustar umas contas de uns pontapés e uns socos ainda na barriga da mamã) a enfermeira Ana achou melhor voltar a separar-nos porque não tinha o estojo de primeiro socorros à mão.
Entretanto a mamã voltou com toda a trouxa para o pé de nós e agora vai ficar a dormir aqui num quarto mesmo ao nosso lado. Não percebemos muito bem porquê mas pareceu-nos que ela estava muito cansada das corridas a casa e ouvimos uma palavra muito complicada: excrescência da cicatriz. O papá disse-nos que não era nada grave e que quando nós quisermos ir embora para o nosso quarto novo a mamã também já está boa para irmos todos juntos!
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Diogo e Tomás
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